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A desesperança nem sempre vive desacompanhada. Quando só, apenas o recôndito silêncio a assiste. Na circunstância possível de se revelar, es...
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O draconiano mercado tudo trafica, tudo subordina, e até mesmo o absurdo se transaciona. Torna-se casa de câmbio , lugar súpero no qual se o...
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Que coração é este? Decerto, um coração que ilumina o vazio na recusa de se consolidar no nada. Um coração que dá vida a esse vazio que se r...
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Como a teologia, a metafísica tem sido acusada de às dificuldades que não sabe resolver disfarçá-las pelo prestígio das frases pomposas , de...
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Enlaçada em factos, lembranças e esquecimentos, veracidades e falsificações, bem como em silêncios que a desengrandecem, a História constrói...
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(Apresentação que fiz do livro, UTOPIA, PARA O AMANHÃ , de Francisco Coelho Madureira , ontem, na Livraria Letra Livre/Lisboa/Bairro Alto) ...
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A significante evolução das condições de vida, nas últimas décadas, é inegável. A narrativa histórica e social assim o reconhece e a memória...
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O tempo de Natal é um tempo plural que amadurece, tornando-se sempre, ao longo desse tempo diverso, uma inefável e, por vezes, insondável vi...
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Título retirado de um testemunho de um operário, inserido no artigo em apreço O sociólogo Bruno Monteiro, no Le Monde Diplomatique (ediç...
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Como diz o poeta, há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz Não… Valter Hugo Mãe (VHM) decidiu no seu mais recente livro, Hom...
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